sábado, 21 de agosto de 2010
O crossover que todo fã de jogos de luta quer ver: Mortal Kombat Vs. Street Fighter
Muito diferente de hoje em dia, no início dos anos 90, quando o Snes, Mega Drive e Neo Geo eram os consoles da época, pode-se dizer que os jogos de luta estavam na sua “Era de Ouro”. Digo isso não porque os jogos de luta era o gênero predominante da época, mas sim porque foi lá que nasceram as grandes séries do gênero que vivem até hoje, principalmente em nossas lembranças. Após isso, empresas foram se unindo, formando parcerias que resultaram em fusões entre as mais famosas séries de games de luta. Dessa forma surgiram os chamados crossovers como Marvel Vs Capcom, Mortal Kombat Vs DC Universe, Namco Vs Capcom, SNK Vs. Capcom, Tatsunoko Vs Capcom, Marvel Super Heroes Vs Street Fighter, X-Men Vs Street Fighter e algumas outras como Street Fighter Vs Tekken(que ainda será lançado).
Grande parte desses crossovers lançados arrebentaram e agradaram muitos jogadores. No entanto, apesar de tantos jogos lançados, faltou um que certamente seria maior do que qualquer um desses jogos citados acima: Mortal Kombat Vs. Street Fighter ou Street Fighter Vs. Mortal Kombat (como desejarem chamar).
domingo, 27 de junho de 2010
Fases aquáticas - Porque elas são tão chatas?
Hoje até existem comunidades e tópicos no Orkut que falam sobre essas fases, onde os usuários até contam quais foram (ou ainda são) seus traumas. Eu mesmo, sempre que quis zerar Super Mario World, sentia desanimo, preguiça e até vontade de desligar o Super Nintendo quando chegava a hora de passar por qualquer fase debaixo d’água do game.
Esse motivo motivo e alguns outros vocês podem conferir nesse post que o Round Clear preparou sobre as fases aquáticas e o porque que elas eram tão odiadas. Confira aí!
(Para poder escrever esse post, precisei jogar algumas fases de alguns jogos. Imaginem só o sofrimento!).
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Finish Him! Top 10 - Fatalities do Mortal Kombat
Com essas recordações vergonhosas é que eu criei o Top 10 com os meus fatalities preferidos entre os três primeiros jogos lançados, mais a versão Ultimate de MK3. Confira!
sábado, 15 de maio de 2010
Os clássicos do bangue bangue
Quem aí conhece filmes antigos sabe que décadas atrás, desde quando o cinema era preto em branco, grande parte das histórias de ação e aventura eram ambientadas no velho oeste, tanto que o termo “faroeste” acabou se tornando um gênero. Até mesmo em alguns desenhos antigos (Pica-Pau, Pernalonga e outros), os personagens aprontavam e enlouqueciam muita gente em vários episódios feitos nesses locais. Somente nos vídeo-games é que não era assim. Desde que o mundo descobriu os jogos eletrônicos, sempre foi uma raridade encontrar jogos da época do bang bang. sexta-feira, 26 de março de 2010
A história de Mario no mundo dos RPGs
Mas também teve um outro gênero em que o mascote da Big N não poderia deixar de colocar sua marca: os RPGs, onde as aventuras eram totalmente diferentes, assim como a jogabilidade. O principal inimigo de Mario, Bowser, até mudava para o lado do bem, mas mesmo assim, seus objetivos de seqüestrar a Princesa Peach e comandar o Reino do Cogumelo continuavam vivos.
E já que o assunto são os RPGs, vamos conferir quais foram os jogos de Mario que adotaram esse novo estilo que fez tanto sucesso no Super Nintendo e nos consoles posteriores.
Super Mario RPG: Legend of Seven Stars (1996)

Com o sucesso dos RPGs Final Fantasy II e Chrono Trigger no Snes, foi que a Nintendo decidiu entrar no ramo dos RPGs, formando uma parceria com a SquareSoft (hoje chamada de Square Enix) para criar o primeiro jogo da série Mario do gênero. Somando os personagens da série com a jogabilidade dos RPGs da Square Soft mais os gráficos em 3D, o resultado foi dos melhores.
Assim como Crono era o protagonista de Chrono Trigger e Cecil o protagonista de FF II, o protagonista de Super Mario RPG não poderia deixar de ser Mario. E assim como nos dois outros jogos outros personagens podiam se juntar a ele e formar grupos que iam se revezando no decorrer da aventura. O primeiro a ser conhecido foi Mallow, uma nuvem que pensava ser um girino. Em seguida apareceu Geno, um boneco de poderes celestiais. Dois personagens já conhecidos desde o primeiro jogo da série também eram jogáveis: Peach e Bowser (ele mesmo!). Cada personagem possuía seus estilos de batalhas, poderes e armas próprios. Também era possível fazer ataques especiais utilizando poderes de dois ou três personagens ao mesmo tempo.
Paper Mario (2000)

No Nintendo 64, o número de spin-offs de Mario lançados só aumentavam e nele foi lançado o segundo RPG da série. Produzido pela Intelligent Systems e publicado pela Nintendo, Paper Mario possuía uma jogabilidade bem diferente do jogo lançado há 4 anos atrás. Mas mesmo assim, Mario ainda podia contar com a ajuda de outros personagens jogáveis que estavam em bom número, além de outros personagens que não eram jogáveis, mas davam alguma ajuda no enredo. Mas a principal característica do game se percebe no título. Mario parecia mesmo ser feito de papel, o que era bem inovador e divertido. Já os cenários continuavam sendo em 3D.
O que mais diferencia Paper Mario de todos os outros RPGs da série (inclusive das continuações de Paper Mario)é o fato de que o vilão principal do jogo é Bowser, que roubou a Star Road e trancou as 7 Stars Spirits dentro de cartas.
Mario & Luigi : Superstar Saga (2003)

Esse foi o primeiro RPG da série lançado para um portátil e foi produzido pela Alpha Dream Corporation. Como dá pra perceber no título, a Nintendo decidiu aumentar a popularidade de Luigi, fazendo dele o protagonista juntamente com seu irmão mais velho. Diferente da série Paper Mario, aqui somente os dois irmão são jogáveis, mas mesmo assim eles não deixam de contar com a ajuda de outros personagens, entre eles o próprio vilão Bowser. O jogo possui gáficos 2D, músicas e efeitos sonoros excelentes e cenas cheias de humor e trapalhadas entre os personagens. Não é nada que nos faça dar altas gargalhadas de tão engraçadas, mas inova e agrada muitos jogadores.
A história se passa no BeanBean Kingdom (reino vizinho ao do Cogumelo) e em diferentes lugares com um bom número de inimigos e comandados por chefes enormes.
Paper Mario: The Thousand Year Door (2004)

Paper Mario foi a primeira série de RPGs do bigodudo a receber uma continuação. Essa segunda aventura havia sido lançada para o Game Cube, possuindo gráficos altamente melhorados com uma quantidade maior de pixels que o console proporcionava. O jogo tinha uma grande variedade de itens, além das badges – itens especiais que davam novas habilidades a Mario – que garantiam uma jogabilidade muito agradável. O número de personagens que se unia a Mario, assim como em outros jogos, era bem razoável e todos eles eram inéditos na série (até mesmo um Yoshi recém nascido podia se unir ao herói).
Mario & Luigi: Partners in Time (2005)

A segunda aventura protagonizada pelos dois irmãos deixou de lado o GBA para entrar de cabeça no novo portátil de duas telas da Nintendo. Nesse jogo a dupla precisou voltar no tempo através de uma máquina e adivinha quem serão seus companheiros de batalhas: eles mesmos! Só que em suas versões baby. Várias vezes durante o jogo Mario e Luigi se unirão a Baby Mario e Baby Luigi e várias vezes eles terão que viajar no tempo, indo do Reino Cogumelo atual para o Reino do Cogumelo na época em que eram bebês e vice versa. O legal é que em vários momentos há lugares que só são acessíveis por uma das versões da dupla. Além de tudo as batalhas exigiam certo raciocínio dos jogadores e eram feitas em turnos, mas sem deixar a diversão de lado.
Super Paper Mario (2007)

Se o primeiro Paper Mario foi lançado no Nintendo 64 e o segundo no Game Cube, o terceiro só podia ser lançado no Wii. Aqui, o protagonista conta com a ajuda de personagens mais tradicionais na série ao invés daqueles personagens inéditos e exclusivos nos jogos anteriores. Cada um deles possuía qualidades diferentes nas batalhas. Luigi poderia dar grandes saltos, enquanto Peach utilizava sua sombrinha para planar nos ar e diminuir a velocidade da queda, além de também usá-la como um escudo bastante eficaz. Bowser também estava à disposição dos jogadores e se destacava pela sua enorme força física que causava grandes danos nos inimigos. Nesse game, a Intelligent Systems minimizou um pouco o gênero RPG e destacou mais o gênero aventura, como nos principais jogos da série. Cada um dos 8 mundos eram divididos em 4 fases e no final de cada um sempre havia um chefe esperando pelos heróis.
Mario & Luigi: Bowser’s Inside Story (2009)

Essa foi a grande atração lançada no ano passada entre os RPGs da série. Com uma história maluca e inovadora, a dupla de irmãos voltou, mas o destaque foi para a importante participação de Bowser na história. Além de ser um personagem jogável, o vilão n°1 do mascote da Nintendo terá que ir atrás de Fawful (o grande vilão desse novo capitúlo) que havia tomando controle de sua mente e o feito engolir parte do Reino do Cogumelo, incluindo o castelo da princesa Peach, seu próprio castelo e, nada mais, nada menos que Mario e Luigi. Assim, enquanto em algumas partes os jogadores controlaram Bowser na tela superior do DS, em outras partes Mario e Luigi eram controlados na tela inferior, dentro do intestino do vilão. Um ponto fundamental que dá a diversão que os gamers querem é o simples fato de que o que eles fizerem com os personagens de uma determinada tela, poderá ajudar ou atrapalhar o outro personagem da outra tela. Vale lembrar que o humor que esteve presente nos dois jogos anteriores também está presente nesse terceiro capítulo, e na dose certa.
Paper Mario e Mario & Luigi são as franquias feitas para aqueles jogadores que curtem RPGs dos bons.E mesmo não tendo grandes aventuras épicas como em outras série que se vê por aí, não deixam a inovação de lado, com jogabilidades que dificilmente desagradam e histórias contagiantes, divertidas e hilárias.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
O que esperar de Sonic The Hedgehog 4

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Megaman: A série que não morre!
Mas agora vamos deixar Megaman 10 de lado um pouco para voltarmos no tempo e tentar entender como essa série foi evoluindo, as novidades que eram apresentadas e cada um dos planos maléficos do Dr. Willy.

Tudo começou quando os cientistas Dr. Thomas Light e Dr. Albert Willian criaram 8 robôs especializados em fazer serviços pesados que os humanos não faziam. Esses robôs foram um sucesso, mas somente o Dr. Light recebeu créditos, o que deixou seu parceiro revoltado. Para se vingar, o Dr. Wily roubou 6 desses robôs e os reprogramou para que o obedecessem e lhe ajudassem a dominar o mundo. Então, Light fez o mesmo com um dos robôs que não foi roubado, reprogramando-o, mas para que se transformasse em um robô de batalha que iria receber a missão de salvar o mundo da ira de Wily. Esse robô foi chamado de Megaman.
Diferente da maioria dos outros jogos, a seqüência das fases era feita pelos jogadores. Eles mesmos podiam escolher em qual das 6 fases iria começar jogando e qual viria depois. O robozinho da Capcom tinha como arma principal o Mega Buster. Mas para cada chefe que era derrotado, o personagem ganhava um novo poder.

Um ano depois foi o tempo suficiente para a Capcom criar uma continuação com novidades que agradaram ainda mais os jogadores. A história era bem simples: Dr. Wily ressurge sedento por vingança, criando 8 novos robôs e os espalhando em diferentes lugares do mundo, fazendo com que Megaman novamente seja mandado para destruí-los, por fim nos planos do vilão e capturá-lo. O número de fases aumentou de 6 para 12, onde nas oito primeiras Megaman tinha que derrotar os 8 robot masters . As 4 fases seguintes se passavam no castelo de Wily, nessas os jogadores não tinham livre escolha em qual iria jogar primeiro e depois.
Em Megaman 2 os jogadores podiam jogar em duas dificuldades diferentes: Normal e Hard. Além disso, o jogo apresentava à série o sistema de passwords que facilitava bastante, já que assim não era necessário reiniciar o jogo do início toda vez que fossem jogar.
Outra novidade era a adição de três itens que ajudavam o jogador a alcançar lugares de difícil acesso. Um exemplo era um pequeno elevador que Megaman podia utilizar para passar por trechos que não possuíam escadas para se subir. Todos esses itens eram ganhos quando se derrotava determinados chefes.

O terceiro jogo da série teve um atraso maior para ser lançado, mas provou que a série estava ficando cada vez mais sensacional. A começar pelo enredo, que se fortaleceu com a apresentação de dois novos personagens importantíssimos não só para esse capitulo, mas também para os que viriam posteriormente. O primeiro era Protoman, um robô que aparecia várias vezes no decorrer do jogo, sempre no meio das fases. De vez em quando ele ajudava Megaman, mas também o enfrentava. Por isso muitos jogadores não sabiam se na verdade ele era do bem ou do mal. O outro era Rush, o cão de estimação de Megaman. Em Megaman 3, os itens do jogo anterior foram substituídos por esse super-cão. Assim, quando o jogador derrotasse determinado chefe, Rush ganhava transformações – uma mola, um submarino e uma nave - que também fazia com que Megaman tivesse acesso a lugares difíceis.
Novamente o número de fases aumentou de 12 para 16. Isso porque depois que você passava pelos 8 robôs, aparecia 4 novas fases onde o jogador tinha que derrotar os robôs de Megaman 2 e só depois vinha as 4 fases no castelo de Wily.

Em 1991 o Nes já havia sido substituído pelo Snes e os jogadores aos poucos foram mudando de console. Mas nem por isso a Capcom deixou de trabalhar na série do robozinho azul lançando jogos ainda para o console de 8 bits. O quarto capitúlo tinha uma história ainda mais complexa que os antecessores. Nela é apresentado o Dr. Cossack, que de início era considerado o vilão principal do game, até Megaman descobrir que quem estava por trás dos vários atentados que estavam assustando o mundo era novamente o Dr. Wily. Além do Dr. Cossack, dois outros personagens apareceram pela primeira vez nesse jogo: Karinka, a filha do próprio doutor, e Eddie, um pequeno robô avermelhado que presenteava Megaman com alguns itens.
Megaman 4 apresentava uma novidade que foi aproveitada em todos os jogos de todas as séries Megaman lançadas futuramente. Quando o jogador segurava o botão A por algum tempo, Megaman começava a carregar uma energia que fazia com que o tiro fosse mais forte e maior do que o comum.

Mesmo iniciando a série Megaman X no Snes, a Capcom continuou presenteando os jogadores do Nes com novas aventuras da série clássica do famoso robô azul da empresa. Como no jogo anterior, uma nova e ainda mais empolgante história surgia. Tudo começou quando o Dr. Light foi raptado, o que levou com que Megaman desconfiasse de que Protoman estava por trás de tudo, já que ele havia deixado o lenço amarelo que sempre levava no pescoço cair no local do crime. Mas muitas surpresas ainda aguardavam os jogadores no decorrer da aventura.
De novidades, o jogo apresentava um novo item e um novo personagem. O item era a Capsula M, que recarregava a energia de Megaman e de todas suas armas de uma só vez e por completo. Já o personagem era Beat, um mascote que foi dado de presente para o protagonista pelo Dr. Cossack no final do jogo anterior. Mas para ter sua ajuda, os jogadores tinham que coletar as letras que formavam a palavra MEGAMANV espelhadas pelas 8 primeiras fases.

Depois de tantos jogos lançados, a série clássica de Megaman se encerrava no Nes, mas com chave de ouro. Mais uma vez a história se superou e acabou sendo uma das melhores. Um cientista malvado chamado Dr. X havia capturado 8 robôs que participavam do torneio anual que decidia quem era o robô mais forte do planeta, usando-os para que o ajudasse a dominar o mundo. Assim, Megaman logo entra em cena para acabar com os planos do vilão, mesmo sabendo que X era nada menos que o chefe do Dr. Wily (imagine só o tamanho da dificuldade dessa nova aventura). Mas muita coisa ainda rolava no decorrer do game...
O personagem continuava podendo contar com a ajuda de seus mascotes. Quando os jogadores venciam o Plant Man e o Flame Man, Rush podia fazer Megaman voar por 3 segundos e dobrar seu tamanho, fazendo com que Megaman desse poderes mais fortes. Outro mascote que dava uma mãozinha para o nosso heróis era Beat. Só que essas ajudas não saíam de graça. Megaman tinha que encontrar as 4 peças espalhadas por 4 das 8 fases iniciais do jogo. Nas fases em que essas peças eram encontradas, o jogador chegava há um certo lugar onde era preciso escolher dois lugares para se seguir, o mais difícil era o que dava acesso a peça.

O sétimo jogo da série ganhou importância porque foi o primeiro a ser lançado no Snes, e por isso recebeu um grande avanço nos gráficos, com uma maior quantidade de cores, detalhes e tudo mais que o console podia oferecer.
Para falar da história do jogo, e preciso voltar ao jogo anterior. Isso porque antes do Dr. Wily planejar roubar os robôs que participavam do torneio em Megaman 6, ele tinha em mente que podia mais uma vez ter seus planos arruinados por Megaman. Por isso, ele criou quatro robot masters que seriam ativados caso ficassem até seis meses sem receber nenhuma ordem do vilão para que pudessem salvá-lo. Assim, após esses 6 meses que ficou preso ao ser derrotado em Megaman 6, os quatro robôs partiram para resgatar Wily da prisão. Então Megaman novamente sai à procura do vilão para recolocá-lo na prisão.
Assim como em versões de jogos anteriores da série lançadas para o Game Boy, em Megaman 7 os jogadores tinham acesso há uma loja em que eles podiam trocar um certo número de parafusos encontrados no decorrer das fases por equipamentos que ajudavam o protagonista de algumas maneiras.
Beat também aparece novamente para salvar a pele do nosso herói. Mas para isso, os jogadores precisavam soltá-lo de dentro de uma gaiola em uma das fases do jogo. Sua função era de segurar Megaman quando ele estava prestes a cair em um buraco, no entanto havia um limite de apenas quatro ajudas.
Dois novos personagens foram apresentados: Bass e seu fiel mascote Treble. No começo, Bass diz querer derrotar Wily assim como o protagonista, no entanto durante o decorrer do jogo ambos se tornam grandes rivais de Megaman e Rush.
Megaman 8: Anniversary Connector’s Edition (1987)

Na edição comemorativa dos 10 anos da série, a Capcom havia deixado de lado os consoles da Nintendo para começar a trabalhar no novo console que era a sensação do momento: o Playstation, além do Sega Saturn. Mas mesmo estes consoles recebendo em sua maioria jogos em 3D, a série não quis deixar de lados os gráficos 2D iguais aos jogos anteriores, mas é claro que a definição de som e imagem não deixou de evoluir.
A história começa quando Megaman é mandado para uma ilha para investigar uma estranha energia que ali estava. Chegando lá ele encontra o Dr. Wily fugindo e um robô destruído. Então Megaman leva o misterioso robô para o laboratóio para que possa ser concertado, enquanto Wily manda 4 novos robot masters para derrotarem nosso herói. É aí que mais uma vez Megaman entra em ação.
Apesar de ser o melhor jogo da série em relação aos gráficos, Megaman 8 não trazia nenhuma novidade na jogabilidade. Entre os personagens, Duo foi o único que apareceu pela primeira vez na série. Ele era um robô que foi restaurado por Wily no começo do jogo e que foi de grande ajuda, principalmente na batalha de Megaman contra Wily. Além de tudo, a história do jogo ia sendo contada em desenho animado, desde o início até a derrota de Wily.

Mais de 10 anos depois do lançamento do último capitúlo da série, a Capcom teve a idéia de lançar Megaman 9 para o console da nova geração da Nintendo, mais precisamente no serviço Wii Ware. Mais tarde a empresa foi mais além e lançou o jogo também para a Playstation Network e Xbox Live. O que chamava a atenção é que o jogo não teve melhoras gráficas, ao invés disso, a Capcom tratou de fazer com que ele se assemelhasse mais aos primeiros jogos da série lançados para o Nes, mas com alguns detalhes a mais e coloração renovada.
É claro que a história do jogo não poderia deixar de girar em volta de mais um plano maléfico do Dr. Wily. Desta vez, o Dr. Light foi acusado de comandar uma rebelião robótica utilizando robôs feitos por ele próprio. Enquanto isso, Wily começou a pedir ajuda através de doações das pessoas para que seus novos robôs fossem construídos para combater os robôs de Light. Mas Megaman, sabendo da inocência de seu criador, decide mais uma vez acabar com os planos de Wily.
Megaman 9 trazia um fato inédito em toda a série Megaman. Pela primeira vez um dos robot masters de Wily era do sexo feminino. Splash Man era do elemento água e possuía uma cauda de sereia e usava um tridente como arma. Com seu canto ela podia controlar todas as espécies marinhas para que lutassem ao seu lado.

Lá se foram 23 anos e finalmente a série clássica do nosso querido robozinho azul chegará ao seu décimo capítulo nesse ano de 2010. A Capcom inicialmente anunciou o lançamento para o próximo mês na Wii Ware, e depois confirmou o lançamento também para a Xbox Live e PSN, só que não está garantindo que a data de lançamento sejam iguais a do serviço da Nintendo. O que é certeza é que a jogabilidade clássica e os gráficos 8-bits estarão de volta como em Megaman 9 para que possamos relembrar os velhos jogos lançados no início da série.
Todos os robot masters já foram apresentados, assim como a história. Tudo começou quando foi descoberto que uma misteriosa doença chamada roboenza estava infectando todos os robôs do planeta, deixando-os malucos. Então, ser ter sido contaminado pela doença, Megaman parte para descobrir mais sobre esse vírus. Será que novamente o Dr. Wily está por trás desses acontecimentos?
Megaman 10 terá vários níveis de dificuldade, mas a principal novidade revelada até agora é a presença de Protoman como personagem jogável, algo que jamais ocorreu na série clássica.
Essa nova versão promete agradar muitos fãs da série, principalmente aqueles que tiveram suas infâncias marcadas pelas aventuras do mascote da Capcom. E para encerrar eu faço uma pergunta: até aonde vai os jogos de Megaman?
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
A história dos jogos de luta ao longo dos anos
O primeiro jogo de luta a ser criado foi Victronic’s Warrior em 1979, mas o primeiro jogo de luta que fez um bom sucesso foi lançado um ano depois no Atari. Ele se chamava Boxing, um game em que dois jogadores se enfrentavam em uma partida de boxe. Ganhava aquele que fizesse mais pontos dando socos certeiros no adversário. Em relação aos gráficos, os dois lutadores do game pareciam mais dois Geodudes (Pokémon) e a única diferença entre os dois eram suas cores: enquanto um era inteiramente branco o outro era preto. Além disso, a visão dos jogadores vinha de cima do ringue, algo que eu acredito que não voltou a acontecer em nenhum outro jogo lançado posteriormente.
karatê e etc. Nessa época, alguns jogos baseados em desenhos animados também estavam sendo criados, como era o caso de Dragon Ball e Yu Yu Hakusho. 
Em SF II, era possível escolher entre oito personagens jogáveis, naturais de diferentes lugares do mundo e com estilos de luta bem típicos dessas regiões. Cada um deles viajava de país em país para derrotar os outros lutadores. Depois eles precisavam enfrentar os 4 chefes do jogo: Balrog, Vega, Sagat e o líder da organização criminosa Shadaloo, M. Bison, para enfim concluírem seus objetivos. O jogo também se destacava, pois além dos personagens, os cenários e as músicas de fundo eram bem típicos de cada país. Além disso, os efeitos sonoros e os gráficos eram altamente bem definidos. Para muitos esse é considerado o melhor jogo de luta de todos os tempos. A personagem Chun-li ficou muito conhecida nesse game, já que era a primeira personagem feminina a ser jogável em um jogo de luta.
Tendo em vista o sucesso que Capcom fez com Street Fighter,a SNK, uma outra empresa decide entrar no ramo dos jogos de luta, criando games com características de animes. Assim, ela desenvolveu Art of Fighting, Fatal Fury e Samurai Shadown. Todos esses games eram muitos bons, mas nenhum dele superava a criação da Capcom.
Da mesma forma que Pit Fighter usava personagens com gráficos digitalizados de atores reais, a Midway decidiu fazer o mesmo e criou em 1992 um game que iria disputar a popularidade dos jogadores contra a obra da Capcom. Esse game se chamava Mortal Kombat, um dos jogos que mais causaram polêmicas em toda a história dos vídeo-games. Isso porque ele se destacava apresentando um alto grau de violência e sangue... muito sangue. Mas toda essa brutalidade serviu para que o game fizesse muito sucesso entre os jogadores, que passavam horas tentando fazer as várias seqüências que faziam com que os personagens utilizassem seus golpes especiais e fatais. Nesse ano de 2009, a crise financeira atingiu seriamente a Midway, resultando a falência da empresa. Assim, os direitos da série Mortal Kombat foi comprada pela grandiosa Warner Bros.
Em 1994, foi a vez da Rare entrar em cena e criar Killer Instinct, um game que foi lançado primeiramente nos Arcades, e depois foi parar no Snes onde se consagrou como um dos melhores games do gênero até o momento. Além disso, também recebeu uma versão para o Game Boy, como havia acontecido com os outros games de luta. Killer Instinct tinha como umas de suas qua
lidades a perfeição na movimentação dos personagens. Isso porque a Rare utilizou uma técnica chamada Motion Capture, que capturava movimentos de atores e os passava para o computador, para que eles fossem feitos em imagens digitais. Esse game seguia a mesma brutalidade de Mortal Kombat e tinha personagens bem diferenciados e de raças diferentes, além de poderem usar combos de mais de 30 hits.
Ainda em 1994 a SNK criou um novo game de luta chamado King of Fighters, que seguia no melhor estilo animes e mangás e trazia alguns dos personagens de jogos de luta feitos no passado, mesmo eles vindo de jogos que tinham a cronologia bem diferente um do outro. Essa foi com certeza, a melhor série de jogos de luta feita pela empresa. Tanto sucesso motivou a SNK de fazer uma continuação por ano. Assim, essas continuações também traziam o ano em que foi
lançado nos seus nomes (The King of Fighters ’94, The King of Fighters ’95, The King of Fighters ’96 e etc).Só que a partir de 2004, os jogos da série que foram lançados deixaram de trazer os anos no nome, substituindo os pelos número de lançamento, como aconteceu em King of Fighters XI. Ao longo dos anos, a série King of Fighters foi recebendo diversas versões lançadas para diversos consoles diferentes, e até mesmo para os celulares.
que o chefe final era quase impossível de ser vencido. Assim, a Namco resolveu lançar outra versão chamada Soul Edge Ver. II, onde se era possível fazer combos aéreos, fazer novos movimentos com os personagens e jogar com Cervantes. Depois de um tempo, Soul Edge foi lançado para o Playstation, só que seu nome foi modificado para Soul Blade nas versões americana, européia e australiana.
No Nintendo 64, a série Mario estava fazendo muito sucesso e a Nintendo foi criando jogos do mecânico bigodudo baseados em outros gêneros. Até que em 1999 foi lançado Super Smash Bros., um game de luta que trazia os principais personagens da Nintendo como personagens jogáveis. O objetivo desse game era golpear o adversário até que ele caísse da arena. Falando nas arenas, assim como as músicas, cada personagem tinha a sua, que era igual a algum cenário do ser respectivo jogo. Por exemplo, Link tinha como arena o castelo de Hyrule e o fundo musical era a musica principal da série The Legend of Zelda.
Três anos depois do lançamento de Soul Edge, a Namco reaparece e cria uma seqüência para o jogo, mas que teve se nome modificado para Soul Calibur. Esse game fez um sucesso extremo no Dreamcast, recebendo continuações futuras para o Xbox, Game Cube e PS2, só que sem alterações nos nomes.Os jogos de luta baseados no anime Dragon Ball começaram a ser feitos no Nes, mas foi só nos jogos lançados para Playstation 2 que a série fez um estrondoso sucesso entre os jogadores. A empresa Bandai trabalhava muito bem e apresentava os principais personagens e cenários que apareciam nos episódios do desenho. Outros games baseados em animes de luta também faziam sucesso nessa época, como foi o caso de Naruto. Em 2006, a Bandai lançou no Japão o jogo Battle Stadium D.O.N, um game de luta que contava com personagens do animes, Dragon Ball, Naruto e One Piece.

Nessa matéria sobre jogos de luta, eu não poderia deixar de mencionar a WWE, federação de wrestling profissional que possui uma variedade muito grande de jogos lançados desde os anos 80 e que hoje vêm agradando muitos jogadores com a série WWW: SmackDown VS. Raw,que agrada muitos jogadores sendo bem fiel ao estilo de luta e passando os melhores lutadores da atualidade para os vídeo-games.
Grande maioria desses jogos de luta que fizeram história vem recebendo novas e novas continuações a cada ano que passa. Cada empresa, sempre faz questão de sempre estar inovando, trazendo novidades que fazem a diferença, em busca de agradar sempre mais os jogadores, principalmente os que mais gostam do gênero. Por isso, antes de jogar aquele grande jogo de luta do momento com seu amigo, vale a pena dar uma pensada em como esse gênero evoluiu ao longo dos anos. Depois, é só sentir a emoção e a curtição a cada golpe dado nas lutas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Top 10: Os mais inesquecíveis jogos de Atari
California Games fo9i um dos grandes clássicos dos jogos esportivos e era baseado nos esportes de verão que aconteciam na Califórnia. Nenhuma modalidade contida no jogo era olímpica, e sim, modalidades mais do tipo esportes radicais e jogos de praia. O jogo podia ser jogador por vários jogadores que tinham o objetivo de fazerem o maior número de pontos fazendo manobras. O game começou no Aplle II e no Commodore 64, e depois foi recebendo versões para diversos consoles.

9º) Freeway (Activision-1981)
Com esse nome, Freeway até parece ser algo bem diferente do que é realmente. No jogo, os jogadores entravam na pele de uma galinha que precisava atravessar uma avenida muito movimentada por carros e caminhões. 
8º) Spider Man (Activision-1982)
Esse foi o primeiro jogo eletrônico baseado no mais famoso herói da Marvel. Nele, o jogador tinha que escalar prédios e salvar as pessoas que apareciam nas janelas precisando de socorro. Mas para isso, era preciso ser bem ágil para desviar das bombas e tomar cuidado com um dos principais vilões do herói aracnídeo: o Duende Verde.
7º) Boxing (Activision-1981)
Diferente dos jogos de luta em que ganhava aquele que batesse no adversário até esvaziar sua barra de energia, em Boxing vencia aquele que fizesse mais pontos dando socos certeiros no rival durante os três minutos de luta. Os jogadores tinham uma visão de cima do ringue e haviam dois lutadores: o branco e o preto. 
6º)Frostbite (Activision-1983)
Em Frostbite, o jogador era um esquimó que precisava de tijolos para construir sua casa. Mas para consegui-los ele precisava se arriscar pulando pelos blocos de gelo e tomando cuidado para não ser atacado por animais marinhos e ursos polares. Depois que a casa estava construída, era só entrar nela para passar de fase. 
5º) Keystone Kapers (Activision-1983)
Esse foi um dos pais dos jogos de ação que vimos hoje. Nele você controlava Kelly Keytone, um policial que tinha que perseguir o fugitivo Harry Hooling nos três andares e no terraço de uma loja de departamentos, sem deixar que ele escape. O jogo fez muito sucesso e até recebeu versões posteriormente para o Atari 5200, Atari 8-bits, Coleco Vision e MSX.

4º)Pac Man (Namco, Midway-1981)
Pac Man foi um dos jogos mais conhecidos de todos os tempos e fez um sucesso estrondoso nos Arcades. Os jogadores controlavam uma cabeça redonda com uma boca que abria e fechava e tinham o objetivo de comer todas as guloseimas em um labirinto. Mas a tarefa não era tão simples já que quatro fantasmas sempre os seguiam, fazendo com que eles fossem bem habilidosos para não ser pego.

3º)Enduro(Activision-1983)
Em Enduro, você controlava um carro de corrida (supostamente um F1) que precisava passar todos os outros carros de cada pista. Quanto mais corridas você vencesse, mais difícil ficava de ultrapassar os carros. Além disso, havia a possibilidade de uma corrida acontecer de noite, onde só seria possível ver os carros pelas suas luzes traseiras.
2º) River Raid (Activision-1982) River Raid foi uma dos primeiros jogos de ação aérea fazer grandes sucessos. O objetivo era controlar um avião que sobrevoava um rio e atirava nos navios, helicópteros e outras aeronaves que apareciam no meio do caminho. O jogador também não podia deixar com que seu combustível acabasse, tendo que passar nos vários tanques espalhados pelas fases para reabastecer.

1º)Pitfall (Activision-1982)
Nosso primeiro lugar no Top 10 é um legitimo jogo de aventura. Pitfall era o nome do personagem do jogo. Ele era um explorador que precisava juntar o maior número de tijolos dentro de 20 minutos. Mas para atrapalhar a missão do personagem, apareciam alguns animais como jacarés, cobras e escorpiões, além de alguns obstáculos como areias movediças e fogueiras.



