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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Perfil: Kitana - A história da Princesa de Edenia contra Shao Kahn

Depois de um bom tempo sem postar (mas por um bom motivo) cá estou eu de novo com um novo post da série “Personagens Memoráveis”,que está retornando depois de algum tempo parada. O último personagem a ser homenageado havia sido Kratos, em um post que ficou entre os meus favoritos, pois me ajudou a conhecer um pouco mais sobre a fantástica franquia God of War. Mas apartir de agora eu vou me aprofundar mais nos personagens que apareceram nos jogos clássicos, mesmo que eles ainda estejam ou não nos games mais contemporâneos que estão se
 ndo lançados.

Eu estava lendo alguma coisa sobre a história dos ninjas de Mortal Kombat, quando comecei a lembrar da princesa Kitana, que é a minha personagem favorita na série. Mesmo aparecendo sempre com o rosto coberto, não tem como não dizer que ela é realmente muito linda, e possui um estilo de luta que já agradou muitos gamers por aí. Então conheçam a história da nossa querida heroína nos primeiros jogos da série.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Perfil: Kratos - O lendário e furioso Fantasma de Esparta

Coragem, fúria, força, brutalidade e bravura são algumas das palavras que fazem de Kratos um dos heróis do mundo dos games que os jogadores mais têm prazer de controlar. E é com o tão aguardado lançamento de God of War 3 que eu trago a vocês o perfil dessa verdadeira lenda. Comentem! ;D

O nascimento, infância e juventude de Kratos

Filho de Zeus com uma mortal, após seu nascimento Kratos foi obrigado a ser abandonado pela sua mãe, a mando do deus dos deuses, que ameaçou matá-la se ela recusasse a ordem. Assim, o bebê foi encontrado por um guerreiro espartano que logo o colocou em uma escola que treinava crianças e jovens para o exército. Foi quando se tornou criança que o garoto recebeu o nome de Kratos, isso por causa da sua força física e coragem que o destacava de qualquer outra criança que estava sendo treinada. Essa força chegava a espantar os adultos, já que muitos deles sabiam que nem eles tinham tanta coragem quando aquela criança.
Nessa época, Kratos fez amizade com um outro garoto, que não era tão forte quando ele, mas que o ajudava diversas vezes, assim como Kratos o ajudava com sua força. Os dois cresceram juntos até se tornarem jovens, onde a amizade acabou. Ao chegar a certa idade, Kratos foi mandado para o exército e, assim, os dois foram obrigados a se separarem. Embora não soubesse que Kratos ainda o amava, o amigo de Kratos acabou se contaminado com a inveja de ver seu amigo estar no exército. E essa inveja era tanta que resultou em uma enorme raiva daquele que antes era considerado um irmão. E essa raiva o motivou a treinar muito para se tornar forte e poderoso o bastante para se vingar de Kratos.

O pacto com Ares e a morte de sua família
Kratos era um guerreiro sanguinário e impetuoso, o que o transformou rapidamente em um dos comandantes do exército de Esparta, e graças a admiração que os guerreiros tinham dele, o exército foi crescendo rapidamente e ficava cada vez mais difícil de se perder uma batalha. Até que em uma batalha contra o enorme exército do Rei dos Bárbaros, Kratos percebe que os espartanos não tem chances nenhuma de sairem vitoriosos e decide fazer um pacto com Ares, o deus da guerra. Ares ajuda Kratos a vencer a batalha, mas em troca, o herói teria que dedicar todos os dias de sua vida aos propósitos do deus, tornando-se o seu principal servo.

Mas Ares sabia que entre tanta maldade que Kratos possuía em seu coração, ainda havia um pouco de amor que ele sentia por sua esposa e filha. Por isso, ele enganou seu servo o mandando destruir uma aldeia e matar todos seus moradores. Kratos cumpre a missão, mas só depois ele descobre que entre esses habitantes mortos estavam justamente sua família. O que Ares não sabia é que apesar de parecer pequeno, o amor que Kratos sentia pela sua família era maior do que qualquer coisa. Por isso, o guerreiro fica ainda mais furioso, mudando de lado e prometendo vingança ao deus da guerra.

O novo deus da guerra

Após conseguir derrotar Ares, o trono do antigo deus da guerra estava vago, então Atena nomeou Kratos como o novo God of War. Mas o tempo foi passando e Esparta foi participando de inúmeras guerras, e em todas, ela vencia com a ajuda daquele que um dia foi seu general, e os outros deuses não se agradavam com isso, até que uma vez Atena acabou dando um último aviso para que Kratos pare com essas ajudas a Esparta.Kratos a igonorou, mas ao descer do Olimpo, o novo deus precisava derrotar uma estátua gigante de Rodes, ganhando a Blade of Olympus de Zeus. Só que na verdade esse “presente” foi mandado para sugar a divindade do guerreiro, tornando-o um mortal novamente, deixando o posto de deus da guerra. Assim, Zeus revela que traiu Kratos, confessando que era ele quem estava controlando a estátua para que o guerreiro perdesse sua divindade, já que o deus dos deuses já estava cansado das desobediências de Kratos como deus, além de não aceitar que um mortal seja o deus da guerra. Assim, Kratos parte novamente para se vingar de Zeus.

Kratos x Olimpo

Em God of War 2, na batalha final contra Zeus, Kratos, sem querer, acaba acertando a Blade of Olimpus em Atena, na tentativa de matar seu pai. Antes de morrer, a deusa da sabedoria revela que ela protegeu Zeus porque se ele morresse, era o fim de todos os deuses. Mas nem assim Kratos desiste de sua vingança, dizendo: “Se todo o Olimpo não aceita a minha vingança, então todo o Olimpo irá morrer”. E já que única deusa que Kratos tinha o mínimo de respeito tinha acabado de morrer, o herói parte para se vingar de uma vez por todas de Zeus, sabendo que todo o Olimpo está contra ele.

Finalmente, o último episódio da trilogia lendária sobre o “Fantasma de Esparta” chegou. E só nos resta jogar para saber como isso acaba. Será que Kratos poe fim a era do Olimpo? Como será o mundo sem os deuses? E o que vem depois? Só sabemos que a fúria de Kratos nunca vai acabar.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Perfil: Solid Snake

Solid Snake foi um cara que, assim como muitos outros heróis fictícios dos filmes, muitas crianças um dia já sonharam em ser como ele. Tudo isso graças as suas técnicas e artimanhas como espião, mercenário e agente de operações especiais que ele usou ao longo de mais de 20 anos, desde o clássico MSX2 até o PS3. É claro que dentre tantas missões sempre teve uma ajudinha daqui e outra dali, mas era sozinho que Solid Snake mais agia. Contando apenas com alguns equipamentos, algumas armas encontradas no caminho e uma sutilidade imensa, não houve Megal Gear, Big Boss, Liquid Snake e nenhum outro vilão páreo para ele. E é com enorme prazer que hoje eu tenho a honra de homenagear esse incrível agente.
Antes de tudo, Snake foi um recruta iniciante da unidade de elite de forças especiais da FOXHOUND, equipe liderada por Big Boss. A primeira missão do agente foi em Metal Gear, lançado em 1987 para o MSX2 (e mais tarde para o Nes). O objetivo era resgatar Gray Fox, um de seus parceiros desaparecidos e também saber mais sobre o que era esse tal de Metal Gear, da nação criminosa Outer Heaven. No entanto, foi revelado que o grande chefão dessa nação era nada mais nada menos do que o próprio Big Boss e que Metal Gear era um robô que seria usado para transformar Outer Heaven em uma grande potência nuclear. Embora o robô parecesse grande coisa, ainda assim não foi paréo para Solid Snake. Depois só faltou dar um fim em Big Boss, e foi o que ele fez.

Três anos depois, a Konami decidiu fazer uma seqüência chamada Snake’s Revenge, sem ao menos que Hideo Kojima (produtor do primeiro jogo) ficasse sabendo. Kojima só descobriu essa seqüência depois que ela foi lançado, o que o motivou a fazer outra seqüência chamada Metal Gear 2: Solid Snake. Então aconteceu que a seqüência de Kojima acabou sendo a que mais agradou os jogadores, fazendo com que a seqüência da Konami fosse esquecida e neutralizada.

Nessa nova missão, Solid Snake foi mandado para uma base inimiga na ilha de Zanzibar, que passava por uma grande crise de petróleo, mas que havia seqüestrado o Dr. Kio Marv, criador de uma alga genética que serviria como uma substituita do petróleo, e o Dr. Pettrovich Madnar, criador do robô Metal Gear. Ao longo do jogo, a missão provava ser mais difícil do que a primeira, já que o grande vilão novamente era Big Boss, que contava com ajuda de Gray Fox, o antigo parceiro de Snake que havia sido salvo por ele no jogo anterior. E para piorar um novo robô foi criado, o Metal Gear D. Mas nem assim Big Boss conseguiu dar um fim naquele que tinha acabado com seus planos três anos atrás. Então a história se repetiu: Big Boss foi derrotado, juntamente com o Metal Gear D e com Gray Fox.


Infelizmente, nem o Super Nintendo e nem o Mega Drive chegaram a receber um novo jogo da série, o que só veio a acontecer no ano de 1998, no Playstation. Só que a partir daí houve mudança no nome dos próximos lançamentos dá série, que agora se chamaria Metal Gear Solid.

Então, no primeiro Metal Gear Solid, Snake teve de largar sua aposentadoria ao ser mandado a uma nova missão. Aconteceu que a FOXHOUND (antiga equipe do agente) começou a ser liderada por Liquid Snake, que acabou a transformando em uma base de armas nucleares. Nessa missão, Snake tinha que salvar dois reféns e impedir com que os terroristas fizessem um ataque nuclear.

Como já era de praxe na série, um novo Metal Gear havia sido criado, o Metal Gear REX. Snake consegue derrotar o robô e cada membro da FOXHOUND, mas no confronto contra Liquid Snake, ele descobre que ambos eram clones de Big Boss. Por fim, Liquid acaba sendo derrotado.

No Playstation 2, foi lançado o primeiro jogo da série em que o protagonista já não era mais Solid Snake. Isso porque antes de tudo, o agente havia sido mandado para a Philanthropy para fotografar o Metal Gear RAY, a última versão do robô criada. No entanto o navio onde ele estava havia sido destruído e o Robô foi seqüestrado. Então, Snake foi dado como morto e culpado pelo acontecido. Assim, em Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, os jogadores entraram na pele de Raiden, um agente iniciante da FOXROUND. Mas no decorrer da sua missão, Snake reaparece, juntamente com Liquid Snake e outro personagem chamado Solidus Snake.

Em 2008, completava se 20 anos desde a chegada do primeiro Metal Gear no EUA, e 10 anos desde o lançamento da série Metal Gear Solid. E foi também nesse ano que aconteceu o lançamento de Metal Gear Solid 4, que provavelmente foi o último jogo da série que contava com Solid Snake como protagonista. Devido uma avançada degeneração celular causada pela sua clonagem, Snake acabou tendo um envelhecimento precoce e passou a ser chamado de Old Snake. Nessa missão, Snake contava com uma roupa de tecnologia avançada que o camuflava em qualquer ambiente e uma mascara que alterava sua aparência. Ele havia sido mandado para o Oriente Médio na missão de dar fim a Liquid Ocelot, que havia usado manomáquinas e terapias de hipnose para assumir uma personalidade praticamente igual à de Liquid.


Infelizmente, por ter sido lançado há pouco tempo, eu não posso falar o que mais aconteceu no quarto jogo da série para evitar spoilers. Eu só tenho que terminar dizendo que realmente eu e muitos fãs da série esperamos que a série Metal Gear Solid possa continuar com tudo, mesmo sem ter Solid Snake como protagonista. Além do mais, se os próximos protagonistas conquistarem metade da admiração e popularidade que Snake conseguiu, já está de bom tamanho. O importante de tudo é que ele foi um herói que marcou história e será lembrado pelos gamers durante muito tempo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Perfil: Jill Valentine

Eu não canso de afirmar que Resident Evil é minha série de jogos preferida e me orgulho muito de ter zerado pelo menos os três primeiros jogos lançados para o PSone. Lembrando disso, eu pensei em voltar a fazer novos perfis de personagens começando a homenagear a personagem que protagonizou dois desses três jogos e que eu considero como a minha favorita no mundo dos games. Estou falando de Jill Valentina, a jovem policial que passou por situações e perigos que nenhuma outra mulher conseguiria.
No início de tudo, Jill era uma policial que trabalhava para o S.T.A.R.S. (Esquadrão de Táticas Especiais e Salvamento) e fazia parte da equipe Alpha do esquadrão, liderada por Albert Wesker. Ela se destacava pela técnica que tinha para conseguir abrir fechaduras e cadeados sem a utilização de chaves, característica que tinha aprendido e herdado do pai, um criminoso chamado Dick Valentine.
No primeiro jogo da série, Jill era a personagem principal juntamente com Chris Redfield, e os jogadores podiam escolher com qual dos dois jogariam. A heroína contava com a ajuda de Barry Burton e, juntos, descobriram que a mansão Spencer estava dominada por zumbis e outros monstros e que quem estava por trás disso tudo era a Umbrella, uma empresa farmacêutica que estava trabalhando com armas biológicas e com o T-Virus, um vírus que transformava humanos em mortos-vivos.
No fim do game, Jill também descobre que Albert Wesker era um dos cientistas que trabalhavam para a empresa e que estava disposto a matá-la para que evitar que ela arruinasse seus estudos. Mas o vilão acaba sendo morto pela principal arma biológica criada pela empresa, Tyrant. Apesar de tudo, Jill consegue destruir o monstro e fugir da mansão antes que ela fosse destruída.
Jill Valentine voltou a protagonizar o terceiro jogo da série. Nele, a cidade de Raccoon estava completamente dominada pelos zumbis e monstros. Sua missão era de fugir da cidade para encontrar os outros membros da S.T.A.R.S. nas Europa para desmascararem a Umbrella em sua sede. O problema é que a empresa havia criado uma nova arma biológica que foi programada para matar todos os membros da S.T.A.R.S., já que eles sabiam demais. Esse monstro se chamava Nemesis e ele aparecia diversas vezes durante o game para por fim na vida de Jill. Mas com a ajuda de um mercenário chamado Carlos Oliveira, ela consegue derrotar o monstro e, enfim, escapar da cidade, que também acabou sendo destruída.
Jill voltou a ter uma participação na série em Resident Evil 5, só que desta vez ela não era uma personagem principal. No inicio ela havia sido dada como morta após ter pulado por uma janela ao tentar matar Albert Wesker, o vilão do primeiro jogo que havia ressuscitado graças a uma de suas experiências. Na verdade, aconteceu que Jill não havia morrido. Só que o malvado vilão fez com que ela passasse por uma série de experimentos para que fosse controlada por ele através de um dispositivo em seu peito.
Com isso, a jovem que antes era uma heroína passou a ser uma vilã mascarada e com habilidades sobre humanas, que recebe a missão de matar Chris Redfield. Mas Chris, ao descobrir tudo, consegue salva-la. Assim, Jill retorna no fim do game em um helicóptero para resgatar Chris e Sheeva na batalha final contra Wesker, que havia se tornado um verdadeiro monstro.
Em toda a sua carreira, Jill Valentine mostrou ser uma mulher linda, preocupada com as pessoas a sua volta, dedicada ao seu trabalho como policial e, acima de tudo, extremamente corajosa. Tudo isso rendeu a ela a fama de ser o terror dos monstros, e não os monstros serem o seu terror.